O Governo da Turquia pediu hoje a Israel para libertar imediatamente os activistas feridos no ataque à «Frota da Liberdade» e exigiu um relatório exaustivo sobre o ocorrido no incidente que causou a morte de 19 pessoas, segundo a Sky News.
Entre os activistas que seguiam a bordo encontravam-se turcos, gregos e irlandeses.
Segundo a imprensa local, esta foi a mensagem da reunião realizada hoje entre o embaixador israelita na Turquia, Gabi Levy, e o subsecretário dos Negócios Estrangeiros turco, Unal Cevikoz.
A maioria dos seis navios da frota internacional para a Faixa de Gaza era turca e, segundo a imprensa local, 10 dos 19 activistas mortos eram dessa nacionalidade.
Levy foi ao Ministério dos Negócios Estrangeiros sob fortes medidas de segurança, devido aos protestos frente à sua residência em Ancara.
A imprensa turca informou que o diplomata israelita esteve reunido cerca de 15 minutos com o subsecretário, que exigiu a libertação imediata dos activistas feridos no ataque para serem transferidos e atendidos na Turquia.
Além disso, advertiu que a Turquia se reserva o direito de recorrer à justiça internacional para protestar contra o ataque.
-Comentário--
Esta atitude de Israel é totalmente deplorável, uma vez que atacou uma frota humanitária e agora vão azedar as relações diplomáticas entre estes países. Com o tempo, Israel tem-se vindo a tornar um Governo um tanto arrogante, sobretudo devido ao apoio que obtém dos EUA e das principais potências europeias e devido ao seu crescente poderio militar.
Esta situação pode tornar-se complicada, uma vez que vários cidadãos estrangeiros foram mortos pelo próprio exército israelita. Mas também há que considerar que muitas vezes estas situações se devem a falhas de comunicação ou decisões tomadas sob pressão por parte dos orgãos militares.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Raid israelita fez 19 mortos, Turquia pede libertação de activistas
12:41
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Luis
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Tropas paquistanesas matam 40 militantes em área de fronteira
Aviões paquistaneses bombardearam hoje esconderijos de militantes na região de Orakzai, matando 15 combatentes e elevando a 40 o total de militantes mortos em bombardeamentos em 24 horas.
As forças do governo intensificaram os ataques nas regiões de Orakzai e Khyber (noroeste) nas últimas semanas, depois de praticamente eliminar as bolsas dos talibãs noutras áreas.
«Caças bombardearam e destruíram cinco dos seus esconderijos no começo do dia, matando 15 militantes e ferindo 25», disse Nauman Khan, funcionário do governo.
As tropas paquistanesas também usaram artilharia para alvejar posições dos militantes durante a noite na mesma região. Fontes de segurança disseram que 25 militantes foram mortos nessas acções.
Um porta-voz dos talibãs em Orakzai, que se identificou como Hafiz Saeed, confirmou os bombardeamentos, mas disse que apenas três militantes morreram e oito ficaram feridos.
Os militares dizem que centenas de combatentes dos talibãs foram mortos em Orakzai nas últimas semanas, mas não há confirmação independente disso. O grupo islâmico costuma contestar as declarações oficiais sobre os confrontos.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Mais uma notícia "do costume", um confronto com versões diferentes dos resultados de cada uma das forças. Qual delas será verdade, o mais provável é não ser nenhuma, o número de mortos e feridos deve estar entre os valores anunciados tanto pelo exército como pelos talibãs.
Por outro lado, a difusão destas notícias é muito importante porque grande parte das pessoas confunde o terrorismo com todo um país e o seu governo, ou seja, pensam que os terroristas estão directamente associados com o Estado do país onde se refugiam.
Isto não é totalmente verdade e há sempre gente honesta nestes governos que continua a fazer face aos terroristas, mas é uma tarefa imensamente difícil, pois estas operações movem muitas pessoas e recursos, que não estão no controlo de apenas um.
As forças do governo intensificaram os ataques nas regiões de Orakzai e Khyber (noroeste) nas últimas semanas, depois de praticamente eliminar as bolsas dos talibãs noutras áreas.
«Caças bombardearam e destruíram cinco dos seus esconderijos no começo do dia, matando 15 militantes e ferindo 25», disse Nauman Khan, funcionário do governo.
As tropas paquistanesas também usaram artilharia para alvejar posições dos militantes durante a noite na mesma região. Fontes de segurança disseram que 25 militantes foram mortos nessas acções.
Um porta-voz dos talibãs em Orakzai, que se identificou como Hafiz Saeed, confirmou os bombardeamentos, mas disse que apenas três militantes morreram e oito ficaram feridos.
Os militares dizem que centenas de combatentes dos talibãs foram mortos em Orakzai nas últimas semanas, mas não há confirmação independente disso. O grupo islâmico costuma contestar as declarações oficiais sobre os confrontos.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Mais uma notícia "do costume", um confronto com versões diferentes dos resultados de cada uma das forças. Qual delas será verdade, o mais provável é não ser nenhuma, o número de mortos e feridos deve estar entre os valores anunciados tanto pelo exército como pelos talibãs.
Por outro lado, a difusão destas notícias é muito importante porque grande parte das pessoas confunde o terrorismo com todo um país e o seu governo, ou seja, pensam que os terroristas estão directamente associados com o Estado do país onde se refugiam.
Isto não é totalmente verdade e há sempre gente honesta nestes governos que continua a fazer face aos terroristas, mas é uma tarefa imensamente difícil, pois estas operações movem muitas pessoas e recursos, que não estão no controlo de apenas um.
17:42
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Luis
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Israel desmente envio de ogivas nucleares à África do Sul
Israel desmentiu que o seu actual presidente, Shimon Peres, tenha oferecido em 1975 ogivas nucleares à África do Sul do apartheid, como sugerem documentos secretos publicados hoje pelo jornal britânico The Guardian.
Em comunicado, a Presidência de Israel salienta que «não existe base de realidade alguma» na informação publicada pelo diário, que diz ter uma prova documental de que o Estado judeu possui armas atómicas, informação que este não confirma nem desmente.
«Israel nunca negociou armas nucleares com a África do Sul. Não existe um só documento israelita ou uma só assinatura israelita em documento algum», acrescenta a nota.
O gabinete de Peres, que à época dirigia o ministério da Defesa e que duas décadas depois recebeu o Prémio Nobel da Paz, lamentou que o The Guardian tenha «decidido fazer a reportagem baseando-se na interpretação de documentos sul-africanos e não em factos concretos», e sem consultar fontes oficiais israelitas.
A Presidência israelita adverte que enviará uma «contundente carta» ao director do jornal e pedirá «a publicação da verdade sobre os factos».
The Guardian revela as actas de reuniões realizadas por altos dirigentes dos dois países em 1975, entre os quais o ministro da Defesa sul-africano, Pieter Willem Botha, que pede bombas, e Peres, que as oferece «em três tamanhos».
Segundo a publicação, a expressão «três tamanhos» refere-se supostamente aos três tipos de armas: convencional, química ou nuclear.
Os políticos assinaram um amplo acordo que incluía uma cláusula mediante a qual declarava secreta a existência do documento.
O texto foi descoberto pelo académico norte-americano Sasha Polakow-Suransky enquanto preparava um livro sobre o início da relação entre os dois países.
Comentário: acho muito estranho a existência de actas onde estejam patentes pedidos de bombas com diferentes tamanhos, penso que temas como este, de tão elevada importância internacional e no tempo em que sucedeu nao passavam da oralidade para o papel. Isto é a minha opiniao, e a minha experiencia pessoal aprova tudo isto.
Em comunicado, a Presidência de Israel salienta que «não existe base de realidade alguma» na informação publicada pelo diário, que diz ter uma prova documental de que o Estado judeu possui armas atómicas, informação que este não confirma nem desmente.
«Israel nunca negociou armas nucleares com a África do Sul. Não existe um só documento israelita ou uma só assinatura israelita em documento algum», acrescenta a nota.
O gabinete de Peres, que à época dirigia o ministério da Defesa e que duas décadas depois recebeu o Prémio Nobel da Paz, lamentou que o The Guardian tenha «decidido fazer a reportagem baseando-se na interpretação de documentos sul-africanos e não em factos concretos», e sem consultar fontes oficiais israelitas.
A Presidência israelita adverte que enviará uma «contundente carta» ao director do jornal e pedirá «a publicação da verdade sobre os factos».
The Guardian revela as actas de reuniões realizadas por altos dirigentes dos dois países em 1975, entre os quais o ministro da Defesa sul-africano, Pieter Willem Botha, que pede bombas, e Peres, que as oferece «em três tamanhos».
Segundo a publicação, a expressão «três tamanhos» refere-se supostamente aos três tipos de armas: convencional, química ou nuclear.
Os políticos assinaram um amplo acordo que incluía uma cláusula mediante a qual declarava secreta a existência do documento.
O texto foi descoberto pelo académico norte-americano Sasha Polakow-Suransky enquanto preparava um livro sobre o início da relação entre os dois países.
Comentário: acho muito estranho a existência de actas onde estejam patentes pedidos de bombas com diferentes tamanhos, penso que temas como este, de tão elevada importância internacional e no tempo em que sucedeu nao passavam da oralidade para o papel. Isto é a minha opiniao, e a minha experiencia pessoal aprova tudo isto.
12:46
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Carlos Nogueira
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Israel autoriza entrada de roupas e sapatos em Gaza
Israel autorizou a entrada de carregamento de roupas e sapatos na Faixa de Gaza, algo que acontece pela primeira vez em quase dois anos neste território controlado pelo Hamas.
Israel autorizou, este domingo, pela primeira vez, em quase dois anos, a entrada de roupas e sapatos destinadas aos habitantes da Faixa de Gaza.
Ouvido pela AFP, um funcionário alfandegário palestino conformou que «Israel autorizou a entrada de cinco camiões de sapatos e cinco outros camiões de roupa pela primeira vez desde o Verão de 2008».
Também citado pela AFP, um oficial israelita também confirmou esta autorização, que foi feita no quadro de programas humanitários geridos pela ONU.
Este responsável, que pediu o anonimato, confirmou ainda que Israel autorizará nos próximos dias a entrada de quantidades limitadas de cimento neste território controlado pelo Hamas e que sujeito a um bloqueio por Israel desde Junho de 2007.
Apesar disto, este oficial garantiu que não houve qualquer «mudança de política» em relação ao Hamas, até porque Israel continuará a não permitir a reconstrução deste território.
«Vamos considerá-lo como uma entidade terrorista enquanto for controlado pelo Hamas e enquanto o soldado Gilad Shalit continuar prisioneiro», concluiu.
De. Flavio Fonte. Tsf
Israel autorizou, este domingo, pela primeira vez, em quase dois anos, a entrada de roupas e sapatos destinadas aos habitantes da Faixa de Gaza.
Ouvido pela AFP, um funcionário alfandegário palestino conformou que «Israel autorizou a entrada de cinco camiões de sapatos e cinco outros camiões de roupa pela primeira vez desde o Verão de 2008».
Também citado pela AFP, um oficial israelita também confirmou esta autorização, que foi feita no quadro de programas humanitários geridos pela ONU.
Este responsável, que pediu o anonimato, confirmou ainda que Israel autorizará nos próximos dias a entrada de quantidades limitadas de cimento neste território controlado pelo Hamas e que sujeito a um bloqueio por Israel desde Junho de 2007.
Apesar disto, este oficial garantiu que não houve qualquer «mudança de política» em relação ao Hamas, até porque Israel continuará a não permitir a reconstrução deste território.
«Vamos considerá-lo como uma entidade terrorista enquanto for controlado pelo Hamas e enquanto o soldado Gilad Shalit continuar prisioneiro», concluiu.
De. Flavio Fonte. Tsf
07:58
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Flávio Pinto
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Jihad Islâmica anuncia fim do lançamento de roquetes contra Israel
A Jihad Islâmica prometeu, este domingo, que vai interromper o lançamento de roquetes contra Israel, para proteger os interesses da Palestina e para tentar pôr fim ao bloqueio imposto à Faixa de Gaza, uma situação que dura há mais de três anos.
Numa entrevista à rádio do movimento, Dawoud Shihab, porta-voz da Jihad Islâmica em Gaza, anunciou que os seus homens «pararam de disparar roquetes contra Israel em prol dos objectivos internos palestinianos, sendo o mais importante pôr fim ao bloqueio» impostos à Faixa de Gaza.
Shihab assegurou que a Jihad Islâmica «não pretende reverter esta situação», mas esclareceu que, «se Israel atacar Gaza, ninguém poderá impedir que os homens da resistência respondam».
Nas duas últimas semanas, os ataques das mílicias contra Israel têm sido diários, sendo que a resposta tem aparecido sob a forma de bombardeamentos aéreos.
De:Flavio Fonte. TSF
Numa entrevista à rádio do movimento, Dawoud Shihab, porta-voz da Jihad Islâmica em Gaza, anunciou que os seus homens «pararam de disparar roquetes contra Israel em prol dos objectivos internos palestinianos, sendo o mais importante pôr fim ao bloqueio» impostos à Faixa de Gaza.
Shihab assegurou que a Jihad Islâmica «não pretende reverter esta situação», mas esclareceu que, «se Israel atacar Gaza, ninguém poderá impedir que os homens da resistência respondam».
Nas duas últimas semanas, os ataques das mílicias contra Israel têm sido diários, sendo que a resposta tem aparecido sob a forma de bombardeamentos aéreos.
De:Flavio Fonte. TSF
07:50
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Flávio Pinto
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Homens encapuçados incendiaram campo de Verão de agência da ONU em Gaza
Dezenas de homens encapuçados incendiaram, este domingo, as instalações de um campo de Verão organizado pela agência da ONU para os refugiados palestinianos (UNRWA) e ameaçaram o director da agência com «medidas severas», indicou o porta-voz da estrutura.
«Homens armados incendiaram as instalações do campo, nomeadamente equipamentos recreativos e destruíram-nos completamente», declarou o porta-voz da UNRWA, Adnane Abou Hasna.
O porta-voz precisou que os homens tinham atacado e atado um vigilante do campo, que devia abrir no próximo mês, deixando no local um envelope com quatro balas dirigido a John Ging, o director da UNRWA em Gaza.
Tratava-se do maior campo de Verão reservado a cerca de 250 mil filhos de refugiados palestinianos no enclave palestiniano.
O director da UNRWA considerou a agressão como «um acto de vandalismo ligado ao extremismo, que ataca a felicidade das crianças».
Este ataque, que não foi reivindicado, poderá ter sido perpetrado por grupos islamitas radicais que se opõem à frequência mista, de raparigas e rapazes, nos campos de Verão.
A polícia do Hamas já abriu um inquérito.
A UNWRA fornece uma ajuda alimentar bem como serviços educativos e de saúde a mais de um milhão de palestinianos da Faixa de Gaza, considerados refugiados.
De. Flavio Fonte: TSF
«Homens armados incendiaram as instalações do campo, nomeadamente equipamentos recreativos e destruíram-nos completamente», declarou o porta-voz da UNRWA, Adnane Abou Hasna.
O porta-voz precisou que os homens tinham atacado e atado um vigilante do campo, que devia abrir no próximo mês, deixando no local um envelope com quatro balas dirigido a John Ging, o director da UNRWA em Gaza.
Tratava-se do maior campo de Verão reservado a cerca de 250 mil filhos de refugiados palestinianos no enclave palestiniano.
O director da UNRWA considerou a agressão como «um acto de vandalismo ligado ao extremismo, que ataca a felicidade das crianças».
Este ataque, que não foi reivindicado, poderá ter sido perpetrado por grupos islamitas radicais que se opõem à frequência mista, de raparigas e rapazes, nos campos de Verão.
A polícia do Hamas já abriu um inquérito.
A UNWRA fornece uma ajuda alimentar bem como serviços educativos e de saúde a mais de um milhão de palestinianos da Faixa de Gaza, considerados refugiados.
De. Flavio Fonte: TSF
07:48
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Flávio Pinto
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domingo, 23 de maio de 2010
Afeganistão: Talibãs reivindicaram ataque a base em Kandahar
Os talibãs reivindicaram hoje o ataque à base militar de Kandahar, a mais importante no Sul do Afeganistão, sobre a qual dispararam vários foguetes e granadas de morteiro.
«Atacámos a base de Kandahar com disparos de foguetes na última noite», declarou Yousuf Ahmadi, um porta-voz habitual do comando talibã.
«Também disparámos granadas de morteiro, mas não atacámos com armas ligeiras», acrescentou Ahmadi, falando ao telefone de um local indeterminado.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Os grupos terroristas querem protagonismo, para induzirem medo nas populações locais e daí ganharem mais poder, terra, recursos etc.
Esta é a verdade simples por trás destas reivindicações. Os habitantes destas regiões remotas, por não terem formação para distinguir o real da mentira, ao ouvirem que os talibãs atacaram uma base militar importante, ficam com ainda mais receio e cedem a todas as suas exigências, ficando assim os terroristas a operar nestas zonas como muito bem quiserem.
«Atacámos a base de Kandahar com disparos de foguetes na última noite», declarou Yousuf Ahmadi, um porta-voz habitual do comando talibã.
«Também disparámos granadas de morteiro, mas não atacámos com armas ligeiras», acrescentou Ahmadi, falando ao telefone de um local indeterminado.
In Diário Digital / Lusa
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Os grupos terroristas querem protagonismo, para induzirem medo nas populações locais e daí ganharem mais poder, terra, recursos etc.
Esta é a verdade simples por trás destas reivindicações. Os habitantes destas regiões remotas, por não terem formação para distinguir o real da mentira, ao ouvirem que os talibãs atacaram uma base militar importante, ficam com ainda mais receio e cedem a todas as suas exigências, ficando assim os terroristas a operar nestas zonas como muito bem quiserem.
05:16
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Luis
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