O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou hoje que «são necessários mais actores e mais negociadores» para ajudar à resolução dos conflitos no Médio Oriente, incluindo o Irão, com o qual mediou um acordo.
Lula da Silva, que falava numa jornada dedicada ao Brasil organizada pelo jornal espanhol ElPais e o brasileiro Valor Económico, afirmou que «o Brasil quer tornar-se um grande actor político mundial», depois do acordo que mediou entre a Turquia e o Irão sobre o enriquecimento de urânio.
O presidente considerou, no entanto, que «falta uma nova governação global, com uma ONU mais reforçada, porque se continuar assim vão surgir problemas sérios».
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Acho que esta notícia revela a ascensão política que o Brasil está a ter, ao tomar partido nestas decisões sobre os conflitos mundiais mais importantes no momento.
Na minha opinião, o que favorece mais este protagonismo, é o seu presidente, que é um verdadeiro ícone político mundial, ao nível do Obama, Fidel Castro ou Tony Blair. O Brasil quer afirmar-se como NPI na economia, mas principalmente, como Lula da Silva disse: "um grande actor político mundial".
Quanto ao comentário que o presidente fez sobre a ONU, essa questão continua a ser complicada, porque a ONU apenas tem os poderes que os países lhe querem dar, e nenhum está disposto a cedê-los de ânimo leve.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Viagem de Lula a Teerão «pode ser última oportunidade»
O presidente russo, Dmitri Medvedev, afirmou esta sexta-feira que a visita ao Irão no fim-de-semana do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, é «talvez a última oportunidade» antes da adopção de sanções contra Teerão em consequência do polémico programa nuclear.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Estas tomadas de posição por parte dos países mais importantes, contra o Irão ou a Coreia do Norte por exemplo, são importantes para mantê-los sob controlo. Esta insurgência do Irão na questão nuclear, é um problema não tanto por causa de um ataque directo (que é muito improvável), mas sim porque esta investigação intensiva pode muito facilmente causar acidentes a nível regional na Ásia e na Europa Oriental.
O Irão, sendo um país membro da ONU, deve cumprir os deveres associados a esta organização no respeitante a armamento, para depois sim poder usufruir dos seus direitos.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
Estas tomadas de posição por parte dos países mais importantes, contra o Irão ou a Coreia do Norte por exemplo, são importantes para mantê-los sob controlo. Esta insurgência do Irão na questão nuclear, é um problema não tanto por causa de um ataque directo (que é muito improvável), mas sim porque esta investigação intensiva pode muito facilmente causar acidentes a nível regional na Ásia e na Europa Oriental.
O Irão, sendo um país membro da ONU, deve cumprir os deveres associados a esta organização no respeitante a armamento, para depois sim poder usufruir dos seus direitos.
04:58
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Luis
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Moçambique: Alemanha apoia desenvolvimento rural com 15 M€
O Governo da Alemanha vai desembolsar 15 milhões de euros para apoiar a segunda fase do Fundo de Investimento para o Desenvolvimento Rural (FINDER) na província de Inhambane, sul de Moçambique.
Segundo o representante do fundo, Robert Rosende, o dinheiro vai ser utilizado na construção e reabilitação de infra-estruturas socioeconómicas, principalmente estradas e edifícios públicos, nos distritos da província de Inhambane, uma das mais pobres do país.
"O Governo alemão avalia de forma muito positiva a sua cooperação com Inhambane, razão pela qual assegurou a disponibilização de 15 milhões de euros para dar continuidade às actividades do FINDER nesta província, a partir de 2011", afirmou o representante do fundo.
Todos os empreendimentos contemplados pela verba foram concebidos pelo Governo de Moçambique e serão geridos pelos administradores distritais, tal como aconteceu na primeira fase do projecto, que teve uma "aplicação muito positiva".
No âmbito da cooperação com Moçambique, o Governo da Alemanha concedeu em Abril uma ajuda de 115,5 milhões de euros, para os sectores de educação, descentralização para o desenvolvimento rural, apoio directo ao Orçamento de Estado e desenvolvimento económico e sustentável.
Lusa, quarta-feira, 12 de Maio de 2010
Comentário: Acho que é uma ajuda bastante louvavel, se cada país desenvolvido decidisse ajudar um país em desenvolvimento o mundo tornar-se-ia melhor
Segundo o representante do fundo, Robert Rosende, o dinheiro vai ser utilizado na construção e reabilitação de infra-estruturas socioeconómicas, principalmente estradas e edifícios públicos, nos distritos da província de Inhambane, uma das mais pobres do país.
"O Governo alemão avalia de forma muito positiva a sua cooperação com Inhambane, razão pela qual assegurou a disponibilização de 15 milhões de euros para dar continuidade às actividades do FINDER nesta província, a partir de 2011", afirmou o representante do fundo.
Todos os empreendimentos contemplados pela verba foram concebidos pelo Governo de Moçambique e serão geridos pelos administradores distritais, tal como aconteceu na primeira fase do projecto, que teve uma "aplicação muito positiva".
No âmbito da cooperação com Moçambique, o Governo da Alemanha concedeu em Abril uma ajuda de 115,5 milhões de euros, para os sectores de educação, descentralização para o desenvolvimento rural, apoio directo ao Orçamento de Estado e desenvolvimento económico e sustentável.
Lusa, quarta-feira, 12 de Maio de 2010
Comentário: Acho que é uma ajuda bastante louvavel, se cada país desenvolvido decidisse ajudar um país em desenvolvimento o mundo tornar-se-ia melhor
15:37
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Carlos Nogueira
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Médio Oriente: Palestinianos apoiam negociações indiretas com Israel
Ramallah, 09 mai (Lusa) - A liderança palestiniana apoiou no sábado o lançamento de negociações indiretas com Israel, sob a égide dos Estados Unidos, para relançar o processo de paz, bloqueado há mais de ano e meio.
Depois desta tomada de posição, o líder palestiniano Mahmud Abbas recebeu em Ramallah (Cisjordania) o emissário norte-americano George Mitchell, que deverá anunciar hoje a data do início das negociações, depois de um derradeiro encontro com Abbas, de acordo com o principal negociador palestiniano, Saëb Erakat.
Em comunicado, o primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu, congratulou-se com o reatamento das negociações de paz, que devem ser realizadas sem condições prévias para se chegar rapidamente a negociações diretas.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
fonte:Sapo
Depois desta tomada de posição, o líder palestiniano Mahmud Abbas recebeu em Ramallah (Cisjordania) o emissário norte-americano George Mitchell, que deverá anunciar hoje a data do início das negociações, depois de um derradeiro encontro com Abbas, de acordo com o principal negociador palestiniano, Saëb Erakat.
Em comunicado, o primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu, congratulou-se com o reatamento das negociações de paz, que devem ser realizadas sem condições prévias para se chegar rapidamente a negociações diretas.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
fonte:Sapo
07:43
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Flávio Pinto
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
Bissau: «Dêem-nos pelo menos um helicóptero em 2ª mão»
O chefe de Estado-maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai, pediu hoje, em entrevista exclusiva à Agência Lusa, ao Governo guineense e à comunidade internacional meios para combater o narcotráfico no país.
«Quero pedir ao Governo, ao Estado, à comunidade internacional, que nos dêem meios para que possamos lutar contra a droga na Guiné-Bissau. Pelo menos um helicóptero em segunda mão para que possamos atingir algumas zonas do país, ou uma avioneta, ou um barco, porque sem os meios não podemos fazer nada na luta contra a droga», afirmou o major-general.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
É bem possível que esta situação seja mesmo verdade, porque um país tão pobre como a Guiné-Bissau não tem dinheiro para comprar estes equipamentos. O pior de tudo é que vemos muitos relatórios hipócritas vindos dos países desenvolvidos, que dizem que África é uma das principais fontes de droga para o Ocidente, quando essa circulação é facilitada por certos elementos chave dos Estados, parceiros e protectores dos grandes barões da droga.
«Quero pedir ao Governo, ao Estado, à comunidade internacional, que nos dêem meios para que possamos lutar contra a droga na Guiné-Bissau. Pelo menos um helicóptero em segunda mão para que possamos atingir algumas zonas do país, ou uma avioneta, ou um barco, porque sem os meios não podemos fazer nada na luta contra a droga», afirmou o major-general.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
É bem possível que esta situação seja mesmo verdade, porque um país tão pobre como a Guiné-Bissau não tem dinheiro para comprar estes equipamentos. O pior de tudo é que vemos muitos relatórios hipócritas vindos dos países desenvolvidos, que dizem que África é uma das principais fontes de droga para o Ocidente, quando essa circulação é facilitada por certos elementos chave dos Estados, parceiros e protectores dos grandes barões da droga.
11:59
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Luis
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
Afeganistão: Insegurança aumentou, diz Guterres
O Alto-Comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, afirmou hoje que a situação no Afeganistão piorou nos últimos meses e impede o pessoal estrangeiro ao serviço da agência de se deslocar a metade do país.
Segundo Guterres, a agência da ONU que dirige conta exclusivamente com o pessoal afegão ou organizações afegãs suas parceiras para chegar às dezenas de milhares de deslocados e refugiados que regressam ao país.
Em declarações aos jornalistas em Genebra, o Alto-Comissário afirmou que o pessoal humanitário se tornou alvo da violência porque a diferença entre as tropas estrangeiras e as organizações humanitárias se esbateu.
In Diário Digital / Lusa
--Comentário--
É muito difícil para as pessoas que trabalham nestas organizações arriscarem a sua vida desta maneira por uma causa que na maior parte das vezes parece completamente perdida.
Além disso, as organizações de paz e apoio das Nações Unidas, em países como o Afeganistão, dependem muito dos conhecimentos da população local para poder chegar aos locais mais remotos, que é onde a maior parte dos refugiados se encontra.
Segundo Guterres, a agência da ONU que dirige conta exclusivamente com o pessoal afegão ou organizações afegãs suas parceiras para chegar às dezenas de milhares de deslocados e refugiados que regressam ao país.
Em declarações aos jornalistas em Genebra, o Alto-Comissário afirmou que o pessoal humanitário se tornou alvo da violência porque a diferença entre as tropas estrangeiras e as organizações humanitárias se esbateu.
In Diário Digital / Lusa
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É muito difícil para as pessoas que trabalham nestas organizações arriscarem a sua vida desta maneira por uma causa que na maior parte das vezes parece completamente perdida.
Além disso, as organizações de paz e apoio das Nações Unidas, em países como o Afeganistão, dependem muito dos conhecimentos da população local para poder chegar aos locais mais remotos, que é onde a maior parte dos refugiados se encontra.
06:02
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Luis
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domingo, 2 de maio de 2010
África: Insegurança obstrui assistência humanitária
O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICR) lamentou uma situação «preocupante» em várias regiões da República Centro-Africana devido a ataques e à insegurança que obstrui a assistência humanitária, segundo um texto divulgado sábado.
«A insegurança torna a assistência às populações difícil», de acordo com uma entrevista do chefe de delegação da CICR na República centro-Africana, Simon Ashmore, difundido pelo site de Internet da Cruz Vermelha.
O nordeste do país, do qual Birao é a principal cidade, foi afetado em 2009 por ataques e «a situação é mais do que preocupante», considerou Ashmore.
Diário Digital / Lusa
Comentário: Esta insegurança gerada pelos habitantes da região, é, na minna opinião, um aspecto negativo por eles construido, dado que assim não há força humanitaria que resista (seja capaz de ir para o terreno) a tantos atentados, confrontos civis, entre outras.
«A insegurança torna a assistência às populações difícil», de acordo com uma entrevista do chefe de delegação da CICR na República centro-Africana, Simon Ashmore, difundido pelo site de Internet da Cruz Vermelha.
O nordeste do país, do qual Birao é a principal cidade, foi afetado em 2009 por ataques e «a situação é mais do que preocupante», considerou Ashmore.
Diário Digital / Lusa
Comentário: Esta insegurança gerada pelos habitantes da região, é, na minna opinião, um aspecto negativo por eles construido, dado que assim não há força humanitaria que resista (seja capaz de ir para o terreno) a tantos atentados, confrontos civis, entre outras.
04:34
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Carlos Nogueira
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